21/10/2024

Globalização um documentário com o Prof. Milton Santos


 
Um documentário excelente e de análise actual face aos inumeros desafios que nos esperam com a mudança económica global.
Vale a pena consultar toda a sua obra!
 
Prof. Milton Santos, geógrafo, jurista e professor brasileiro, (1926 - 2001), uma das figuras mais eminentes no panorama académico do Brasil. 


10/10/2024

TRANSDISCIPLINARITY LETTER, Carta da Transdisciplinaridade, Portugal, Arrabida



Carta de Transdisciplinaridade
(adotada no Primeiro Congresso Mundial da Transdisciplinaridade, Convento de Arrábida, Portugal, 2-6 novembro 1994)
Preâmbulo

"Considerando que a proliferação atual das disciplinas acadêmicas conduz a um crescimento exponencial do saber que torna impossível qualquer olhar global do ser humano;
Considerando que somente uma inteligência que se dá conta da dimensão planetária dos conflitos atuais poderá fazer frente à complexidade de nosso mundo e ao desafio contemporâneo de autodestruição material e espiritual de nossa espécie;
Considerando que a vida está fortemente ameaçada por uma tecnociência triunfante que obedece apenas à lógica assustadora da eficácia pela eficácia;
Considerando que a ruptura contemporânea entre um saber cada vez mais acumulativo e um ser interior cada vez mais empobrecido leva à ascensão de um novo obscurantismo, cujas conseqüências sobre o plano individual e social são incalculáveis;
Considerando que o crescimento do saber, sem precedentes na história, aumenta a desigualdade entre seus detentores e os que são desprovidos dele, engendrando assim desigualdades crescentes no seio dos povos e entre as nações do planeta;
Considerando simultaneamente que todos os desafios enunciados possuem sua contrapartida de esperança e que o crescimento extraordinário do saber pode conduzir a uma mutação comparável à evolução dos humanóides à espécie humana;
Considerando o que precede, os participantes do Primeiro Congresso Mundial de Transdisciplinaridade (Convento de Arrábida, Portugal 2 - 7 de novembro de 1994) adotaram o presente Protocolo entendido como um conjunto de princípios fundamentais da comunidade de espíritos transdisciplinares, constituindo um contrato moral que todo signatário deste Protocolo faz consigo mesmo, sem qualquer pressão jurídica e institucional.
Artigo 1:
Qualquer tentativa de reduzir o ser humano a uma mera definição e de dissolvê-lo nas estruturas formais, sejam elas quais forem, é incompatível com a visão transdisciplinar.
Artigo 2:
O reconhecimento da existência de diferentes níveis de realidade, regidos por lógicas diferentes é inerente à atitude transdisciplinar. Qualquer tentativa de reduzir a realidade a um único nível regido por uma única lógica não se situa no campo da transdisciplinaridade.
Artigo 3:
A transdisciplinaridade é complementar à aproximação disciplinar: faz emergir da confrontação das disciplinas dados novos que as articulam entre si; oferece-nos uma nova visão da natureza e da realidade. A transdisciplinaridade não procura o domínio sobre as várias outras disciplinas, mas a abertura de todas elas àquilo que as atravessa e as ultrapassa.
Artigo 4:
O ponto de sustentação da transdisciplinaridade reside na unificação semântica e operativa das acepções através e além das disciplinas. Ela pressupõe uma racionalidade aberta por um novo olhar, sobre a relatividade definição e das noções de ""definição"e "objetividade". O formalismo excessivo, a rigidez das definições e o absolutismo da objetividade comportando a exclusão do sujeito levam ao empobrecimento".
Artigo 5:
A visão transdisciplinar está resolutamente aberta na medida em que ela ultrapassa o domínio das ciências exatas por seu diálogo e sua reconciliação não somente com as ciências humanas mas também com a arte, a literatura, a poesia e a experiência espiritual.
Artigo 6:
Com a relação à interdisciplinaridade e à multidisciplinaridade, a transdisciplinaridade é multidimensional. Levando em conta as concepções do tempo e da história, a transdisciplinaridade não exclui a existência de um horizonte trans-histórico.
Artigo 7:
A transdisciplinaridade não constitui uma nova religião, uma nova filosofia, uma nova metafísica ou uma ciência das ciências.
Artigo 8:
A dignidade do ser humano é também de ordem cósmica e planetária. O surgimento do ser humano sobre a Terra é uma das etapas da história do Universo. O reconhecimento da Terra como pátria é um dos imperativos da transdisciplinaridade. Todo ser humano tem direito a uma nacionalidade, mas, a título de habitante da Terra, é ao mesmo tempo um ser transnacional. O reconhecimento pelo direito internacional de um pertencer duplo - a uma nação e à Terra - constitui uma das metas da pesquisa transdisciplinar.
Artigo 9:
A transdisciplinaridade conduz a uma atitude aberta com respeito aos mitos, às religiões e àqueles que os respeitam em um espírito transdisciplinar.
Artigo 10:
Não existe um lugar cultural privilegiado de onde se possam julgar as outras culturas. O movimento transdisciplinar é em si transcultural.
Artigo 11:
Uma educação autêntica não pode privilegiar a abstração no conhecimento. Deve ensinar a contextualizar, concretizar e globalizar. A educação transdisciplinar reavalia o papel da intuição, da imaginação, da sensibilidade e do corpo na transmissão dos conhecimentos.
Artigo 12:
A elaboração de uma economia transdisciplinar é fundada sobre o postulado de que a economia deve estar a serviço do ser humano e não o inverso.
Artigo 13:
A ética transdisciplinar recusa toda atitude que recusa o diálogo e a discussão, seja qual for sua origem - de ordem ideológica, científica, religiosa, econômica, política ou filosófica. O saber compartilhado deverá conduzir a uma compreensão compartilhada baseada no respeito absoluto das diferenças entre os seres, unidos pela vida comum sobre uma única e mesma Terra.
Artigo 14:
Rigor, abertura e tolerância são características fundamentais da atitude e da visão transdisciplinar. O rigor na argumentação, que leva em conta todos os dados, é a barreira às possíveis distorções. A abertura comporta a aceitação do desconhecido, do inesperado e do imprevisível. A tolerância é o reconhecimento do direito às idéias e verdades contrárias às nossas.
Artigo final:
A presente Carta Transdisciplinar foi adotada pelos participantes do Primeiro Congresso Mundial de Transdisciplinaridade, que visam apenas à autoridade de seu trabalho e de sua atividade.
Segundo os processos a serem definidos de acordo com os espíritos transdisciplinares de todos os países, o Protocolo permanecerá aberto à assinatura de todo ser humano interessado em medidas progressistas de ordem nacional, internacional para aplicação de seus artigos na vida."

Convento de Arrábida, 6 de novembro de 1994 Comitê de Redação Lima de Freitas, Edgar Morin e Basarab Nicolescu.


@pms, #education, #peace, #world, #transdisciplinarity, #philosophy, 

25/07/2024

ENCONTROS DE VIDA E DE SER INTEIRO




Todos os encontros de Vida, sejam eles bons, maus ou neutros, são aprendizagens e desafios no trilho que decidimos percorrer. Por vezes, aparecem-nos Anjos de Bençãos, de Alegria para agilizar o nosso percurso e este, então, transforma-se no sorriso de Deus em nós. 

Façamos então esta nova etapa, com o Vivente, com o Amor Puro, Sagrado, Incondicional e o Vivente Aberto, que nos proporciona infinitas possibilidades em cada acontecer e instante. Flores, muitas flores no Caminho...

Hari, @maripauls

27/05/2024

DECISIONS DEAL'S


...but you can decide to create a safe filter with those who have the same vision as yours, conscience, ethics, transparency, compassion, educational culture and mindset.  

Create organizations managed by value with those that have already proven to be an example of excellence and not survival.  

Remember, we are all born with Chips aligned towards the goal of peace, love and happiness.  

Hari, @maripauls

28/03/2024

A busca e o arquétipo do Herói

 
"O herói egóico sai em busca do tesouro e parte para a conquista do mundo.
O herói existencial sai em busca da verdade e parte para a conquista do medo."
Frances Vaughan - psicóloga, escritora, mentora espiritual e directora do Instituto Fetzer
 
Em cima, "The good shepherd" de Pieter Brueghel (1564 - 1638)
 
A propósito do herói egóico, IsanaMada escreve:
 
"O herói egóico pode ser caracterizado como alguém com uma visão míope, estreita e neblada do mundo, tipificada por um interno desejo de fazer com que as coisas aconteçam de uma determinada maneira que, evidentemente, deve corresponder à sua auto-imagem e à fantasia que elabora a respeito de como a sua vida deveria ser. Este herói egóico vive numa terra de ninguém, onde os seus sentimentos acontecem repetidamente mais ou menos da seguinte maneira:
- Não é assim que isto deveria ocorrer;
- Não é assim que pensei que seria;
- Eu gostaria que fosse deste modo;
- Se pelo menos pudesse ter sido de outra maneira;
 
O herói egóico não está interessado na verdade e irá subverte-la ao máximo sempre que não a considerar util aos seus objectivos particulares - apesar de , da boca para fora, proclamar que a sua motivação é o desejo da verdade, protestando alto e bom som quando alguém não se comporta com total veracidade em relação a si mesmo. A sua busca do tesouro e a sua estratégia para a conquista do munodo não incluem o confronto directo com a realidade da sua própria existência. Na realidade, para pôr a sua programação em andamento, ele evita inclusivé as grandes questões.
(...) O herói existencial pode ser caracterizado como pessoa que tem uma visão mais clara e ampliada do mundo, tipificada por um intenso desejo de encarar a realidade, de atingir um grau relativo de compreensão da vida e de si mesmo;
(...) O herói existencial está pronto para enfrentar o choque da verdade da sua existência;
(...) Na evolução da consciência, a angustia existencial (pavor ou ansiedade) é gerada pelo contacto com o dualismo primário ou com a consciência desse dualismo - o si mesmo versus o outro - e pelo contacto com o dualismo secundário - ser versus não ser.
(...) por isso o buscador sentirá medo, pavor ou angustia existencial quando as ilusões auto-protectoras do ego aparecerem como quiméricas cortinas de fumaça que serviram até ali para ocultar a realidade."
 
A busca do herói ou a insatisfação do herói egóico, levam-no a um exercício de conta-gotas. Por um lado a defesa inconsciente - negação, indiferença, prepotência, desprezo, falso poder, o defende do mundo e do outro, por outro, a vacuidade do si mesmo real - self, gera-lhe ansiedade e pulsão para a conquista de um prazer mais pleno e duradouro.
Parte então, pouco a pouco, experimentando o mundo, tentando pintá-lo de acordo com os olhos da carne, enquanto ele se rasga, abrindo brechas na sua ilosória necessidade de defesa, tornando-o frágil, humilde, obrigando-o a um outro olhar interno de ver o mesmo mundo!
Hari

10/02/2024

HUMILDADE - HUMILITY




"Because I am the size of what I see and not the size of my height"
Fernando Pessoa, Portuguese writer and poet (1888-1935)

Everything I see is vast and even infinity visits me...,
I am afraid of falling asleep and failing to adjust this vision, in the "quark" of my humility.

Hari, @maripauls Blog

"Porque eu sou do tamanho do que vejo e não do tamanho da minha altura"
Fernando Pessoa, Poeta e Escritor Português, (1888-1935)

Tudo o que vejo é vasto e até o infinito me visita...,
medo tenho eu de adormecer e falhar no ajustamento desta visão, no "quark" da minha humildade.

Hari, @maripauls Blog

31/01/2024

PSICOPATIA, POLÍTICOS E POLÍTICAS

 
Excelente artigo da psicóloga Cristina Saenz, sobre os caracteres que comportam aptidões para a política e administração do Estado.

As causas dos problemas das políticas e dos políticos, prende-se nesta identificação e nos problemas a equilibrar no caracter destas personalidades.

Enquanto os ideais da sociedade não forem representados no largo espectro da mesma, apenas uma pequena parte da população vai ambicionar fazer parte do poder político, e esses, precisam sem dúvida de conhecerem o seu lado mais rígido e sombrio da sua patologia.

Hari @maripauls BLOG

"La psicopatía es un trastorno psicológico caracterizado por una total escisión entre razón y emoción. El pensamiento del psicópata es racional y pragmático, se centra en los propios intereses, es indiferente a las consecuencias de sus actos y a los sentimientos y pensamientos de los demás, y no repara en los medios utilizados para alcanzar sus objetivos, por más reprobables, violentos o perjudiciales que sean estos medios.

El psicópata carece de empatía, es decir, no puede ponerse en el lugar de los demás, de modo que no sólo omite los sentimientos de las otras personas, sino que desprecia los pensamientos, opiniones y actos de éstas. Ello determina una total insensibilidad en el aspecto emocional, y en el ámbito racional la existencia de un pensamiento único, egocéntrico, rígido y autoritario.

El psicópata es mentiroso y manipulador, simula hallarse integrado en su medio social y establecer buenas relaciones con los demás. Incluso en los casos de mayor gravedad del trastorno, puede desarrollar con normalidad sus actividades en todos los ámbitos de la vida. Estas características hacen que la enfermedad sea difícil de detectar, y que sólo se conozca a través de las consecuencias de los actos del psicópata, cuando éstos son descubiertos o alcanzan notoria trascendencia.

Cuando individuos con personalidad psicopática ocupan cargos de responsabilidad, la gravedad de las citadas consecuencias están en relación directa con la importancia del cargo, no sólo debido a las repercusiones de los actos de quienes dirigen, sino al número de personas que se ven afectadas por sus decisiones. Los líderes políticos y de gobierno que padecen transtornos psicopáticos son el ejemplo más notorio en este aspecto.

Algunas políticas sólo están orientadas para servir a intereses cuyo única aspiración es la obtención de algún tipo de beneficio. La planificación de las estrategias coherentes con esos fines no reparan en consideraciones de ningún tipo acerca de los medios a utilizar ni tienen en cuenta las consecuencias negativas que puedan derivarse de su ejecución. Las políticas de este tipo son diseñadas de modo pragmático y estrictamente racional, están dirigidas hacia objetivos concretos y son por completo insensibles a las necesidades de las personas y a los perjuicios que puedan provocarles.

Políticas de esta índole sólo pueden ser concebidas y llevadas a la práctica por individuos con personalidad psicopática, ya que requieren una absoluta insensibilidad emocional y un pensamiento único y excluyente, inflexible y autoritario, e indiferente a los sentimientos y pensamientos ajenos. Desde esta perspectiva, sólo los psicópatas son idóneos para ejercer de forma efectiva algún tipo de mando o detentar el poder, pues dicho ejercicio, por sus características, requiere de un tipo de personalidad específica, que es de hecho una personalidad anormal y enferma.

La mayoría de los seres humanos, a pesar de su enorme variabilidad y de las grandes diferencias interindividuales, son en general psicológicamente normales, ya que de otro modo sería imposible que los individuos desarrollaran con éxito su ciclo vital, condición sin la cual sería inconcebible la supervivencia y continuidad de la especie. La mayoría de las personas son conscientes de sus actos y de sus consecuencias y son sensibles a las experiencias de los demás; sienten, piensan y organizan su vida y sus actividades de una manera que los psicópatas consideran con desprecio "ingenua" y "elemental". Debido a estas características, la mayor parte de la población carece de los atributos necesarios para ejercer efectivamente el mando o detentar el poder. Por este motivo delega, de las formas más diversas, la responsabilidad de la toma de decisiones en aquellos individuos dotados especialmente para hacerlo: los psicópatas; individuos que a partir de esa delegación se arrogan un derecho absoluto que consideran legítimo e indiscutible.

Convencidos de este derecho, los dirigentes psicópatas se consideran en posesión de verdades absolutas, persisten de manera insistente y repetitiva en su discurso y propósitos, ignoran y desprecian las opiniones mayoritarias de los ciudadanos que le otorgaron el poder, mienten y manipulan para conservarlo, y son por completo insensibles a los sufrimientos que pueden derivarse de las acciones que promueven. Sólo prima en ellos el logro, al precio que sea, de los objetivos que se han trazado de manera inflexible.

Dirigentes de este tipo pueden llevar a su máxima expresión las políticas citadas anteriormente: la confrontación bélica. La guerra se nutre de elementos en los que juegan un papel relevante los sentimientos básicos y las pasiones elementales (racismo, inseguridad, fanatismo político y religioso, etc.); pero en su origen, toda guerra es una estrategia diseñada de modo racional y pragmático para alcanzar unos objetivos, satisfacer unos intereses y obtener unos beneficios sin reparar en los medios ni en las consecuencias, y con total indiferencia por la catástrofe que implica y los sufrimientos que provoca.

Los seres humanos debemos oponernos con énfasis al desarrollo e imposición de estas políticas, pues se trata de estrategias diseñadas por mentes enfermas y que se oponen frontalmente al proceso civilizador que debería caracterizar a las sociedades del siglo XXI. Las grandes movilizaciones que han tenido y tienen lugar en los últimos tiempos reflejan los sentimientos y pensamientos de millones de hombres y mujeres. La paz, la justicia y la fraternidad son las metas que mueven a la mayor parte de ellos, y en éstas premisas deberían basarse todas las decisiones políticas. En nombre de esa humanidad y de esas aspiraciones, la resolución pacífica y civilizada de los conflictos debe ser el único camino a seguir; y aquellos dirigentes que dan la espalda a la opinión mayoritaria de los ciudadanos, que traicionan los ideales más nobles de los pueblos y precipitan a la civilización en el abismo de los tiempos más dramáticos y oscuros de la historia, deben ser neutralizados, relevados de sus cargos y sustituidos por personas que sean sensibles a las necesidades y aspiraciones de los seres humanos civilizados."
Cristina Rius Saenz, psicóloga
 




CRIA A TUA VIDA AGORA


Paint of Margo Selski
"The Ladies' Undewwater Gardening Society

Para muitos no mundo, hoje é dia de alegria.

Para muitos, hoje é um dia cinzento, trabalharam, cumpriram o seu dever e o que esperavam deles, satisfizeram as necessidades básicas, compensaram-se com algo exterior que lhes entupisse os cinco sentidos, morreu-se-lhes mais um dia da vida que têm, sem sequer se aperceberem dessa realidade, diminuiram mais um dia e uma oportunidade de fazer dela a sua liberdade.

Para outros tantos, é um dia triste, de sombras, medos, depressões, raivas, ansiedades, verdadeiros geradores de ruido interno e confusão.

Para muitos, é um dia negro destituido de sentido, de grandes perdas, dor, incredulidade e sofrimento.

O mundo move-se entre a luz, a escuridão e a ponte de meios tons que liga os opostos.

Para muitos, os dias são passados entre o dia e a noite, num sombreado que lhes argueira a vista e lhes mata uma realidade de ampulheta exacta, que não se compadece com os seus desejos, passados ou futuros.

De quando em vez e a jeito de experiência, somos levados ao extremo de cada oposição - também isso é natural e faz parte da vida.

O mundo é uma grande barriga onde tudo cabe e é digerido de maneira inteligentemente utilitária ao presente e ao futuro, fabricando novos compostos e futuras peças.  

Lembro-me de uma frase de um texto do amado mestre São Francisco:

"És aquilo que andas à procura."

Acrescentaria:

E o que pensares e criares, dará fruto e exemplo durante infinitos e multidimensões!

Hari, @maripauls BLOG

10/01/2024

DIVINE POWER

No one can take away from us what has always been ours and will always be.  

Recognize your Divine Power and integrate every thought, every step, every action into the center of your Divine Matrix.  

Be the monad of your Creative Source in this dimension so that all units of your Divine Essence materialize your Divine Creative Power in all Dimensions.

@maripauls BLOG  
Dubai, 10 January 2024

15/05/2023

EUROPA... e os portugueses


Se o comentário pertence a este Prof. chinês, não sei, não é importante. Importante é termos todos a consciência que isto é verdade e continuarmos sem ver verdadeiros pensadores dentro da União Europeia, com um plano B, C ou D, credível, aplicável e que possa travar o desastre desta auto-via veloz, onde embarcados como os judeus em vagões na segunda guerra mundial, aguardamos impotentes um final que sabemos de cor!
Não aprendemos nada com as lições da História!
Fomos para a Escola, temos títulos que na prática não passam disso, pois encontramo-nos sem soluções perante as velhas armadilhas da estupidez humana!
Infelizmente, perante um desastre económico, não temos respostas estruturadas e eficazes de cooperação e solidariedade para as multidões em desespero. Para isso, os eleitos para a nossa democracia, deveriam ter implementado uma educação civica e de cidadania - nem isso fizeram!
Digam-nos os chineses, esses novos alemães, o que estamos a fazer à Europa e principalmente aos países que se encontram sem valores e em estado de coma económico.
A insconciência, ópio da ignorância, continua a ser a doença que mais mata a nossa espécie!
Paula Salgado

"Opinião de um professor chinês de economia, sobre a Europa - o Prof. Kuing Yamang, que viveu em França.

Kuing Yamang
 1. A sociedade europeia está em vias de se auto-destruir. O seu modelo social é muito exigente em meios financeiros. Mas , ao mesmo tempo, os europeus não querem trabalhar. Só três coisas lhes interessam: lazer/entretenimento, ecologia e futebol na TV! Vivem, portanto, bem acima
dos seus meios, porque é preciso pagar estes sonhos ...

2. Os seus industriais deslocalizam-se porque não estão disponíveis para suportar o custo de trabalho na Europa, os seus impostos e taxas para financiar a sua assistência generalizada.

3. Portanto endividam-se, vivem a crédito. Mas os seus filhos não poderão pagar 'a conta'.

4. Os europeus destruíram, assim, a sua qualidade de vida empobrecendo. Votam orçamentos sempre deficitários. Estão asfixiados pela dívida e não poderão honrá-la.

5. Mas, para além de se endividar, têm outro vício: os seus governos 'sangram' os contribuintes. A Europa detém o recorde mundial da pressão fiscal. É um verdadeiro 'inferno fiscal' para aqueles que criam riqueza.

6. Não compreenderam que não se produz riqueza dividindo e partilhando, mas sim trabalhando. Porque quanto mais se reparte esta riqueza limitada menos há para cada um. Aqueles que produzem e criam empregos são punidos por impostos e taxas e aqueles que não trabalham são encorajados por ajudas. É uma inversão de valores.

7. Portanto o seu sistema é perverso e vai implodir por esgotamento e sufocação. A deslocalização da sua capacidade produtiva provoca o abaixamento do seu nível de vida e o aumento do... da China!

8. Dentro de uma ou duas gerações, 'nós' (chineses) iremos ultrapassá-los. Eles tornar-se-ão os nossos pobres. Dar-lhes-emos sacos de arroz...

9. Existe um outro cancro na Europa: existem funcionários a mais, um emprego em cada cinco. Estes funcionários são sedentos de dinheiro público, são de uma grande ineficácia, querem trabalhar o menos possível e apesar das inúmeras vantagens e direitos sociais, estão muitas vezes em greve. Mas os decisores acham que vale mais um funcionário ineficaz do que um desempregado...

10. (Os europeus) vão diretos a um muro e a alta velocidade..."

Partilha feita através de um "post" do Facebook de José Eduardo Melo.

11/02/2023

LIFE GOLD


LIFE GOLD

"I'm not in this world to live up to anyone's expectations, nor do I think the world should live up to mine"
Fritz Pearls, psychoanalyst

These are paths that we make ourselves and alone, not wasting time with what belongs to others and that we have not traced for our purpose in life. By abandoning the masks, we pay platinum interest for freedom acquired.

"Eu não estou neste mundo para viver correspondendo às expectativas de ninguém, nem acho que o mundo deva corresponder às minhas"
Fritz Pearls, psicanalista

São caminhos que fazemos em nós e a sós, não perdendo tempo com o que é dos outros e que não traçámos para o nosso propósito de vida. Ao abandonarmos as máscaras pagamos juros de platina a liberdade liberdade adquirida. @pms paula maria salgado

PNL - Programação Neurolinguistica - El Triángulo De Los Niveles Lógicos Del Pensamiento



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Sufi Hearth - dançando o universo


“Sufi é aquele que está morto para o Si mesmo e vive da Verdade. Tendo transcendido as limitações humanas, Sufi é aquele que alcançou Deus “ - A. Hujwiri, 1936

“Eu morri como um mineral, uma pedra, e me tornei uma planta
Eu morri como planta e renasci animal
Eu morri como um animal e depois eu era um Homem
E muitas vezes eu morri e vivi como homem
Por quê eu deveria temer me perder na morte?
Todas as vidas passam, até mesmo a vida dos Anjos
Somente Deus é imperecível
Quando deixei de ser uma alma angelical
Eu passei a Ser algo que a mente nem pode conceber
Oh, deixe-me Não-existir;
deixe Estar na Não-existência
Deixe-me voltar para Ele “
Rumi

Dinamica Espiral - Video Educativo presentando el modelo SDi