26/08/2007

AS I WALK WITH BEAUTY



"As I walk,
as I walk The universe is walking with me
In beauty it walks before me
In beauty it walks behind me
In beauty it walks below me
In beauty it walks above me
Beauty is on every side
As I walk,
I walk with Beauty"

Traditional Navajo Prayer

@pms, #soul, #quote #prayers, #navajos

05/05/2007

THE WORLD IS NOT SMALL ..., WE ARE YOUR CELLS



Abrir todos os horizontes, todos os espaços multiversais neste micro sentido que Sou!

@pms, #thoughts, #reflections, #notes, #philosophy, #soul

20/03/2007

ESSÊNCIAS FLORAIS

 



Quando o equilíbrio emocional é restaurado, a essência do ser começa a resgatar o seu verdadeiro potencial e auto-conhecimento.

O Dr. Edward Bach dizia que “a atitude mental tem um papel vital na manutenção da saúde e na recuperação de doenças e que a saúde depende de estarmos em harmonia com as nossas almas”.

Hari, @maripauls Blog




 

09/03/2007

Spring Winds - Love poetry to Apollo


"

Ventos que me acariciam e sussurram doces melodias, entorpecem os meus sentidos e fazem-me sonhar.

Ventos quentes de minha alma ardente, estes ventos que arrepiam minha pele, a que me entrego num embalo oscilante.

Ventos de prazer, de esquecer, de tocar, de querer.

Vens neste vento, meu amor, envolver-me assim sem resistência, beijar minha boca rodopiante.

Que louca fui eu, tanto tempo, que neste desnortear de amor não me perdi..."

Oriana


11/01/2007

"LOLITA E AS SERRAS...!"

A ironia é de uma amiga minha, Lolita sou eu, é como ela carinhosamente me apelida.

Quando estou ou falo com a Rita, esqueço o meu nome - Paula.

As serras, são o "espelho"/Sombra e o muito espelhar, que faço desde Março de 2006 até aqui.

Ir ao fundo do lago e voltar. Gelo e chama ardente, atração e repulsão, Sol e Lua, Saturno e Plutão em viagens de (re)conhecimento.

Apolo e as serras, são o espanto e o apelo a um futuro ainda por desvelar, são o "espelho" de sombra e luz em que me revejo.

Entre a fuga e a entrega, bem no meio, fica este friozinho no estomago e na Alma.

O gelo de pessoas com Luas/Saturnos similares, a tocarem e relacionarem Anima/Animus, são desertos e árticos que se espelham. O que estiver mais consciente, leva a bagagem - ou seja, carrego eu!

E, dias há, em que esta consciência desperta tem preço de alma cega!

Enfim, nada que uma óptima Lolita/Artémis/Afrodite/Lilith, não re(s)volva no seu chão de Terra e sangue, de saliva e de vómito!

Abraços, Rita, amiga de encontro de vida, obrigado por volta e não volta, me ouvires os desabafos deste Amor em que me revejo.

Hari, @maripauls

01/10/2006

ONDE HÁ JULGADOR NÃO HÁ AMOR






Paint: Carola Van Wijk, "Apollo and Daphne"

A ti...

Não me julgues... ama-me!
Não te mascares... adentra-me!
Não me seduzas com palavras ditadas pelo que os teus olhos vêem...
conhece-me!
Não te julgues pelo que achas ser julgado...
experimenta...
apenas estar neste aqui e agora que nos eterniza!
Sabes, sem "julgador" abre-se outra dimensão para explorar novos horizontes...

Tanto imensidão...
tanto por se revelar e nós aqui entre encontros, escolhas, caminhos, visões e propósitos diferentes diferentes!

Não me digas o que sentes nem o que não sentes...
sê antes a Presença da simplicidade atestada pela Alma que te anima...
nua, leve, como É - estrela brilhando numa noite de Verão!

A loucura da vontade de te ver dançar
de fazer também, teus os meus dias...

Tu que vens de mansinho...
sabe...
que só amando acontece a magia de nos sabermos eternos na linha quântica em que adjetivamos o tempo!

Deixemos todo e qualquer juízo e juízes com os que se guardam nos nevoeiros...
Não silencies o que nos dispara,
na melodia entrelaçada criada pelo que nos ressoa...

Apenas dancemos e amemos o correr dos dias...
tudo, tantos...
e todos os mais aléns!

Para ti, Meu Bem Amado, que és Essência de Amor de onde eu vim!

Hari, @maripauls Blog
1 Outubro 2006


21/02/2006

A. MONTAGU E O O SIGNIFICADO DO TOQUE

"Será que as pessoas se tocam o suficiente? Sem dúvida, não!
Entre nós, existe uma carência muito profunda daquilo que mais desejamos: tocar, abraçar, acariciar... E isso vem desde muito cedo. Estudos actuais mostram que, entre as causas menos conhecidas para o choro dos bebés, está a necessidade de serem acariciados. Muitas mães rejeitam um contacto mais prolongado com os filhos, com base na falsa suposição de que, se o fizerem, eles se tornarão profundamente dependentes delas. Não são poucos os pais que evitam beijar e abraçar filhos homens, porque temem que assim se tornem homossexuais. Mesmo dois grandes amigos limitam-se a expressar afecto dando tapinhas nas costas um do outro, enquanto amigas trocam beijinhos impessoais quando se encontram. A pele, o maior órgão do corpo, até há muito que foi negligenciada.
Ashley Montagu, um especialista americano em fisiologia e anatomia humana, dedicou-se, por várias décadas, ao estudo de como a experiência táctil, ou sua ausência, afectaria o desenvolvimento do comportamento humano.
A linguagem dos sentidos, na qual podemos ser todos socializados, é capaz de ampliar nossa valorização do Outro e do mundo em que vivemos, e de aprofundar a nossa compreensão em relação a eles. "Tocar", é o título do seu excelente livro e em que se baseia este artigo, é a principal dessas linguagens. Afinal, como ele mesmo diz, nosso corpo é o maior playground do universo, com mais de 600 mil pontos sensíveis na pele. Como sistema sensorial, a pele é, em grande medida, o sistema de órgãos mais importante do corpo. O ser humano pode passar a vida toda cego, surdo e completamente desprovido dos sentidos do olfacto e do paladar, mas não poderá sobreviver de modo algum sem as funções desempenhadas pela pele. Montagu acredita que a capacidade de um ocidental se relacionar com seus semelhantes está muito atrasada em comparação com sua aptidão para se relacionar com bens de consumo e com as pseudo necessidades que o mantêm em escravidão. A dimensão humana encontra-se constrangida e refreada. Tornamo-nos prisioneiros de um universo de palavras impessoais, sem toque, sem sabor, sem gosto. A tendência natural é as palavras ocuparem o lugar da experiência. Elas passam a ser declarações ao invés de demonstrações de envolvimento; a pessoa consegue proferir com palavras aquilo que não realiza num relacionamento sensorial com outra pessoa. Mas estamos começando, aos poucos, a redescobrir os nossos negligenciados sentidos.
O sexo tem sido considerado a mais completa forma de toque. Em seu sentido mais profundo, o tacto é considerado a verdadeira linguagem do sexo. É, principalmente, através desta intensa estimulação da pele, que o homem quanto a mulher chegam ao orgasmo, que será tanto melhor quanto mais amplo for o contacto pessoal e táctil. Mas, até que ponto existe relação entre as primeiras experiências tácteis de uma pessoa e o desenvolvimento de sua sexualidade? O autor acredita que, da mesma forma como ela aprende a se identificar com seu papel sexual, também aprende a se comportar de acordo com o que foi condicionado por meio da pele. Assim, o sexo pode ter uma variedade enorme de significados: uma troca de amor, um meio de magoar ou explorar os outros, uma modalidade de defesa, um trunfo para barganha, uma afirmação ou rejeição da masculinidade ou feminilidade, e assim por diante, para não mencionar as manifestações patológicas que o sexo pode ter, em maior ou menor grau de intensidade, são todas elas influenciadas pelas primeiras experiências tácteis. Montagu acredita que a estimulação táctil é uma necessidade primária e universal. Ela deve ser satisfeita para que se desenvolva um ser humano saudável, capaz de amar, trabalhar, brincar e pensar de modo mais crítico e livre de preconceitos.
José Ângelo Gaiarsa, que escreve a apresentação da Edição Brasileira do livro de Montagu, reforça as ideias do autor, afirmando que "para todos os seres humanos é fundamental o contacto, o toque, a proximidade e a carícia. Falta-nos proximidade, contacto; não trocamos carícia nem gostamos que toquem em nós. Quanto mais civilizados, mais assépticos, mais distantes e mais frios. Apenas palavras. Pouca mímica. Nenhum contacto. Por isso foi tão fácil inventar robôs"
Texto extraído de reportagem baseada em material cedido por Regina Navarro, psicanalista e sexóloga e publicada no Jornal "Diário da Região" de S.J. do Rio Preto (SP) em 26/12/1999